15 outubro de 2021 Sesap confirma mais 129 casos da variante delta identificados no Rio Grande do Norte
O Laboratório Central do Rio Grande do Norte (Lacen-RN) recebeu a análise de amostras enviadas à Fiocruz que confirmou mais 129 casos da variante delta, da covid-19, no Rio Grande do Norte. Com isso, o estado soma 173 amostras positivas em 30 municípios.
Segundo a Secretaria Estadual de Saúde (Sesap), os resultados são de amostras coletadas nos meses de agosto e setembro.
O maior número de casos é do município de Parnamirim (43), seguido por Goianinha (10) e Nísia Floresta (7). A capital, Natal, tem 5 amostras positivas para a variante delta.
A pasta reforçou a necessidade de manutenção das medidas sanitárias, como uso de máscara e álcool gel, além da vacinação.
Municípios e quantidade de diagnósticos
● Açu 2
● Alto do Rodrigues 1
● Antônio Martins 1
● Brejinho 1
● Caicó 6
● Canguaretama 2
● Ceará-Mirim 2
● Equador 4
● Extremoz 5
● Guamaré 3
● Goianinha 10
● João Câmara 6
● Jucurutu 1
● Macaíba 5
● Marcelino Vieira 1
● Natal 5
● Nísia Floresta 7
● Nova Cruz 1
● Parazinho 1
● Parnamirim 43
● Santa Cruz 1
● São João do Sabugi 1
● São José de Mipibú 5
● São Gonçalo do Amarante 5
● São Miguel do Gostoso 2
● Senador Elói de Souza 2
● Tibau do Sul 2
● Timbaúba dos Batistas 2
● Touros 1
● Vera Cruz 1
Delta no RN
A Secretaria Estadual de Saúde confirmou os dois primeiros casos da variante delta no RN no dia 24 de agosto em duas pacientes de Natal.
O terceiro caso foi identificado no dia 27 de agosto. O paciente, do sexo masculino, tem relação familiar com um dos dois primeiros casos identificados.
No mesmo dia, a Secretaria Municipal de Saúde de Natal confirmou a transmissão comunitária da variante delta na capital.
No dia 14 de setembro o estado confirmou mais 27 casos da variante delta. No dia anterior, o Instituto de Medicina Tropical da UFRN havia confirmado quatro casos da variante delta em Mossoró.
De acordo com as autoridades estaduais, a variante está circulando por transmissão comunitária – quando já não é possível saber de quem o paciente pegou a doença – e os estudos apontam que ela conta com um alto potencial de transmissão.
POR G1 RN
