08 novembro de 2017 Direito de resposta – Matheus Rudinick envia texto as redes sociais e fala o seu lado da versão.



Como todos sabem ontem me envolvi numa briga junto de mais dois amigos com Serginho Lisboa e seu primo que não recordo o nome.
E como estão falando muitas coisas que não são verdade estou escrevendo aqui para esclarecer e dar a minha versão dos fatos:

De fato nos brigamos e ele saiu machucado (eu um pouco) até que alguns
amigos vieram ajuda-lo, porém não foi como estão pintando: uma sessão de
espancamento ou seis contra um, muito menos algo premeditado, para
fazer mal a ele.
Serginho e eu viemos ao longo dos meses que
antecederam a campanha eleitoral de 2016 e principalmente os que depois
dela vieram, tendo uma série de desavenças pessoais em que vale
mencionar, apenas ele unilateralmente, vem tendo um comportamento comigo
inesperado, gratuito e desrespeitoso.
Não raro, ele sempre me
perseguiu nos grupos de whatsapp e Facebook soltando piadas, indiretas,
insinuações e adentrando na minha vida pessoal de forma inconsequente,
leviana e incisiva, de todas as formas e em todos os campos, as vezes
pessoalmente, as vezes usando outras pessoas.
Atingindo não só a mim, mas principalmente a minha família, no seu íntimo e pessoal.


Coisa que nunca respondi e pra evitar, mais recentemente resolvi sair
de todos os grupos de whatsapp que falassem de política e inclusive do
programa de rádio em que eu fazia parte.
Ou seja, saí da linha de
frente, tentando assim amortecer o impacto que essas pessoas – e ele
está incluído nisto – estavam tendo em minha vida pessoal.

que falassem, mas eu preferia não saber ou ler.
Infelizmente não foi suficiente: montagens, músicas e mais uma série de
coisas foram feitas de forma gratuita para me desmoralizar e
desestabilizar.

Jamais dirigi uma palavra ofensiva a Serginho em
momento algum, mesmo quando isto seria apenas uma resposta. acredito que
a magoa dele para comigo venha do fato dele julgar ter sido eu o
responsável por “desvendar” a identidade de algum fake que a ele
atribuíram, pura conjectura e implicância sem fundamento algum.

Posso ter tido em algum momento um comportamento insensato com alguém e
extrapolado mas até onde eu lembre nunca fiz de minha principal “arma”
achincalhar com a moral alheia e de seus familiares, isso nunca me
ocorreu, menos ainda com ele com quem eu até simpatizava até dado
momento.

Pois bem, ontem eu estava sentado com mais 5 amigos num
bar em que ele estava presente, até que ele foi embora em direção a seu
carro quando eu junto de UM amigo o chamei (pra de certa forma defender a
minha honra) ele veio até mim e então questionei se ele teria algo pra
me falar cara-a-cara, discutimos e infelizmente no calor do momento nós
brigamos, depois mais UM dos meus amigos e irmão de quem estava comigo
entrou na briga – que inicialmente eram dois contra dois mas depois
virou três contra dois – foi quando ele correu e caiu, em seguida os
amigos dele interviram e se encerrou a confusão.

A outras pessoas
que estavam bebendo comigo sequer se aproximaram da confusão, um
inclusive achou o celular de Serginho no chão e devolveu a um de seus
amigos.
Isto de que “várias pessoas o pegaram na covardia” não
procede e a maior prova disso é que a briga foi num bar de um de seus
amigos, cheio de amigos seus, não num beco escuro.
Não tento aqui me
vitimizar ou apontar culpados, sei que tive minha culpa nisto mas teve
todo um contexto, um histórico de agressões virtuais, gratuitas e
desnecessárias que culminaram numa reação que todo e qualquer homem
teria ao estar sendo provocado enquanto silencioso durante todo este
tempo.
Aproveito pra dizer que não tenho, apesar disto, nenhum
problema pessoal com Serginho, nunca “planejei” nada que viesse a
causar-lhe mal e nem é do meu feitio se envolver em brigas de bar, nunca
fiz ou farei novamente isto.

Fui “vítima” do calor do momento e infelizmente não consegui relevar todos os acontecidos.
Quero também deixar claro aqui que isto foi um erro que não se repetirá
com ele nem com pessoa alguma, eu não sou assim e meus antecedentes e
quem me conhece podem afirmar isto por mim.

Encerro aqui este assunto, estarei procurando a justiça em breve para que se resolva e se puna quem assim mereça ser.
Também não poderia deixar de mencionar que, após a confusão o policial
Leandro de Souza em companhia do Vereador Kekel saíram à minha procura,
foram na casa de minha mãe que assustada saiu à rua pra tentar
conte-los.

Leandro me ameaçou, disse na presença de algumas
pessoas que “iria me pegar” e “como homem não como um covarde”
claramente tentando vingar seu amigo, nunca como policial, já que uma
guarnição de serviço já estava cuidando do caso; e logo em seguida
ambos, o vereador e o policial vieram a minha casa; Leandro, usando
capacete, visivelmente transtornado (numa cidade em que ninguém usa
capacetes) a meia noite e armado (fez questão de mostrar a arma pra quem
estava presente) e acredito só não entraram em minha casa enquanto
havia uma criança dormindo porque estava trancada ou por ter chegado
testemunhas.

Não satisfeito por não ter me encontrado, me ameaçou novamente, desta vez usando o celular.

Tudo isto está bem documentado em depoimentos e um material que estarei
levando imediatamente ao comando da 1° Companhia independente de
polícia militar, a delegacia de polícia civil para que sejam feitas as
medidas cabíveis, ao ministério público para dar ciência e pedir medidas
que me possibilitem seguir com minha vida e ainda esta semana ao
comando geral da polícia militar do estado do Rio Grande do Norte e ao
comandante do policiamento do interior, além da mídia.

Ressalto também que em todas essas ocasiões será feito um termo de responsabilização para ambos e pedido garantias de vida.

Deixo aqui explícito que se algo ocorrer comigo, violência ou algum
atentado a minha integridade física ou de algum familiar meu, amanhã ou
num futuro, os responsáveis diretos e principalmente autores
intelectuais da agressão serão o vereador Emmanuel Clélio de Oliveira
Carlos e o cabo da PM Leandro de Souza e/ou seus mentores políticos que
residem ou não em Macau e é isso que falarei em cada uma das vezes em
que judicialmente e em juízo eu precise falar do caso, seja onde for e
quando for.

Pra mim, meu problema com Serginho (que apesar de ter
começado numa época de eleições nada tem a ver com política, foi
pessoal) se encerrou ontem e colocarei uma pedra neste assunto como em
qualquer outro tipo de atrito político com quem quer que seja, isto
claramente não é pra mim e por isso não pretendo levar adiante, assim
prefiro me precaver para que outros (a quem já listei e nomeei um por um
e documentei com áudios e prints) não façam isso, como prometeram e
estão prometendo incessantemente levem.

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